Hoje me pediram para cantar o hino da minha antiga escola e eu parei bem na parte em que diz que devemos 'viver caridade'. Uma parte fundamental para um colégio que foi fundado por Dom Bosco e que tem em seu comando freiras, lideradas na época por sua diretora Irmã Adair.
Foi aí que eu relembrei quais foram as minhas experiências 'caridosas' nesse colégio e me lembrei de um episódio. Eu vivenciei a época em que acabaram com o 'pão com molho'.
Eu vou explicar. É que a cantina da escola era também comandada pelas freiras. Lá se cobrava 1 real pelo cachorro-quente e apenas vinte centavos (Isso mesmo, vintchxee) pelo pão com molho.
Para os interessados em experimentar esse fenômeno da caridade gastrônomica em casa é simples: Abra uma caixinha de molho de tomate (não vou citar marcas) e pegue o pão amanhecido de sábado. Misture os ingredientes e coma.
Minha mãe achava isso o cúmulo. Para ela isso não devia ser nem lanche pra ser dado para as crianças, ainda mais vendido. Ás vezes até me dava mais dinheiro para a merenda, só para eu não ter que comer aquilo.
Ah, claro. Me esqueci de um detalhe. O delicioso e saboroso lanchinho tinha um apelido carinhoso, dado por alguns amigos. Algo fofo e que deixava ele ainda mais gostosinho - 'pão com menstruação' (Sim, era exatamente o que parecia).
Foi aí. Exatamente na época em que eu estudava nesse colégio que alguns colegas tiveram uma ótima ideia. Resolveram chegar para a freira da cantina (Eu não me lembro o nome, mas ela devia ter uns 70 anos) e soltaram: 'Irmã, me dá um pão com menstruação'.
Eis que nesse dia, por surpresa de todos e alegria da minha mãe, o 'pão com m..' deixou de fazer parte do delicioso cardápio da cantina salesiana. É um mistério da fé. E eu me sinto grato por ter vivenciado uma época tão caridosa desse colégio.
Foi aí que eu relembrei quais foram as minhas experiências 'caridosas' nesse colégio e me lembrei de um episódio. Eu vivenciei a época em que acabaram com o 'pão com molho'.
Eu vou explicar. É que a cantina da escola era também comandada pelas freiras. Lá se cobrava 1 real pelo cachorro-quente e apenas vinte centavos (Isso mesmo, vintchxee) pelo pão com molho.
Para os interessados em experimentar esse fenômeno da caridade gastrônomica em casa é simples: Abra uma caixinha de molho de tomate (não vou citar marcas) e pegue o pão amanhecido de sábado. Misture os ingredientes e coma.
Minha mãe achava isso o cúmulo. Para ela isso não devia ser nem lanche pra ser dado para as crianças, ainda mais vendido. Ás vezes até me dava mais dinheiro para a merenda, só para eu não ter que comer aquilo.
Ah, claro. Me esqueci de um detalhe. O delicioso e saboroso lanchinho tinha um apelido carinhoso, dado por alguns amigos. Algo fofo e que deixava ele ainda mais gostosinho - 'pão com menstruação' (Sim, era exatamente o que parecia).
Foi aí. Exatamente na época em que eu estudava nesse colégio que alguns colegas tiveram uma ótima ideia. Resolveram chegar para a freira da cantina (Eu não me lembro o nome, mas ela devia ter uns 70 anos) e soltaram: 'Irmã, me dá um pão com menstruação'.
Eis que nesse dia, por surpresa de todos e alegria da minha mãe, o 'pão com m..' deixou de fazer parte do delicioso cardápio da cantina salesiana. É um mistério da fé. E eu me sinto grato por ter vivenciado uma época tão caridosa desse colégio.
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| Foto: Divulgação |
